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Proteção Solar : Saiba como escolher a ideal pra você

Todo mundo sabe: o sol é essencial para que a vida exista na Terra. Sem a luz solar, a biodiversidade do planeta ficaria comprometida e nós, seres humanos, não teríamos acesso a boa parte dos alimentos que consumimos. Mas, embora o sol seja sinônimo de abundância e alegria, a exposição da pele à radiação solar sem proteção adequada pode gerar riscos sérios – principalmente nas condições atuais em que vivemos.

Com mais conhecimento sobre a radiação ultravioleta e o impacto dos buracos na camada de ozônio, sabe-se que as piores lesões que podem vir do sol são profundas e silenciosas. Mais do que isso: também está ficando claro que os protetores solares químicos podem desencadear problemas diferentes, mas relevantes, como alterações hormonais.

Ao questionar o uso contínuo e prolongado da proteção solar química, as alternativas a esses produtos despertam cada vez mais interesse, ganhando espaço em mercado que movimentou R$3,5 bilhões em 2021 segundo dados da Euromonitor. Estamos falando dos protetores solares físicos – que, ao que indicam pesquisas recentes e agências reguladoras, são tão eficientes quanto os químicos, só que mais seguros.

E para você saber como escolher o seu, trazemos aqui os principais conceitos e ingredientes a evitar. Assim te ajudamos um pouquinho na leitura do rótulo e, claro, temos produtos de marcas incríveis aqui no 13:20:HUB para você conhecer e testar, utilizando os cupons de desconto que conseguimos pra vocês!

Vamos ao início:

 

[ Radiação ultravioleta: decifrando UVA e UVB ]

Conhecida pela sigla UV, a radiação ultravioleta corresponde a, aproximadamente, 7% da radiação solar e é formada por raios UVA, UVB e UVC, que se distinguem pelo comprimento de onda.

Raios UVA: compõem a maioria da radiação ultravioleta que alcança a Terra. São intensos durante o ano todo e penetram até as camadas mais profundas da derme. Nocivos, associados a câncer de pele e ao envelhecimento precoce. Também podem provocar o surgimento de catarata ao atingir os olhos.

Raios UVB: parcialmente absorvidos pela camada de ozônio. Atingem as camadas mais superficiais da pele e são responsáveis pelas lesões de queimadura, chamadas de eritema. Mais intensos durante o verão.

Raios UVC: são totalmente absorvidos pela camada de Ozônio

E a luz azul?

Além da luz solar, outra fonte de atenção para a proteção da pele, são as telas de aparelhos que emitem luz azul. Esse espectro de luz penetra mais profundamente na pele do que os raios ultravioleta, causando perda de hidratação e elasticidade, alterações de estrutura e pigmentação, processos inflamatórios e fotoenvelhecimento.

Muitos estudos ainda estão sendo feitos em relação à luz azul, suas consequências e a frequência de exposição necessária para causar danos. O que se estima até o momento é que pessoas com tendência a manchas e melasmas, que trabalham diariamente em frente ao computador, devem ficar mais atentas e, até se saber mais sobre o assunto, utilizar o protetor solar também neste período de exposição.

 

[ FPS: como funciona a proteção solar ]

Os protetores solares atuam como uma barreira, impedindo que a radiação ultravioleta seja absorvida pela pele, desde as camadas superficiais até as mais profundas. Existem testes específicos para determinar o nível de proteção contra raios UVA e UVB. No Brasil, a Anvisa aceita o Fator de Proteção Solar (FPS) como indicador de proteção contra raios UVB e o teste PPD para UVA. Os produtos que passam por ambos os testes podem divulgar que possuem proteção de amplo espectro.

O FPS tem duas premissas como referência: INTENSIDADE da barreira de proteção contra raios UVB e TEMPO de exposição solar.

No que se refere à intensidade da barreira, significa que em um FPS 30 a cada 30 raios UV emitidos, apenas 1 atravessa a pele. O resultado é de 96,7% de raios bloqueados. Já no FPS 50, este índice sobe para 98%. Ou seja, o FPS 50 filtra instantaneamente apenas 1,3% a mais raios UV em comparação ao FPS 30. Portanto, o protetor solar com FPS 80 não protege o dobro de um FPS 40:

FPS 15: 93%

FPS 30:  97%

FPS 50+: 98%

 

Já no que se refere ao tempo, o cálculo de proteção do FPS é feito com base na Dose Mínima de Eritema (DME). Para saber quanto tempo uma pessoa pode ficar exposta ao sol com filtro solar, sem a ocorrência de queimaduras, o número do FPS deve ser multiplicado pelo tempo que leva para aparecer vermelhidão na pele sem proteção.

Por exemplo, se uma pessoa começa a apresentar queimaduras na pele depois de 10 minutos de exposição ao sol sem qualquer proteção, esse período será 30 vezes maior com o uso de um protetor solar com o FPS 30. Dessa forma, o produto garantirá 300 minutos de ação contra raios UVB, se aplicado corretamente.

De acordo com as normas da Anvisa, o fator de proteção UVA (comprovado a partir do teste PPD) tem que ser, no mínimo, 1/3 do valor de FPS. No entanto, algumas marcas optam por trabalhar com valores mais altos do que os exigidos e divulgam essa informação como um diferencial.

 

[ Proteção solar física x química ]

Os protetores solares físicos chegaram para balançar uma indústria há muitos anos dominada por produtos carregados de químicos nocivos capazes de causar danos irreversíveis à saúde e ao meio ambiente. Com toda a indústria cosmética indo para um caminho mais limpo, os protetores solares não ficaram de fora. Entenda as diferenças:

 

Protetor Solar Químico

Os protetores químicos, ou orgânicos (olha a confusão aqui), oferecem proteção solar por meio de absorção, onde moléculas orgânicas (por isso o nome) absorvem os raios UV, que convertem a radiação ultravioleta em calor. Por serem absorvidos pela pele, tendem a ser mais fluidos, sumindo na pele.

Os ativos mais utilizados e que devemos evitar são: oxibenzona, octinoxato, octisalato, octocrileno, homosalato. De acordo com estudos do Food and Drug Administration (FDA), órgão regulador dos Estados Unidos, estas substâncias são absorvidas sistematicamente pelo corpo humano, sendo bioacumulativas, e podem ser detectadas na pele e no sangue semanas depois de usadas e estão associadas a reações alérgicas e desregulação hormonal, na tireóide, irregularidade menstrual e até infertilidade.

Outro conflito envolvendo os protetores solares químicos tem relação com o impacto ambiental causado por esses produtos. Ainda há muita polêmica em torno do assunto, mas há discussões sobre potenciais danos em corais e que provoquem bioacumulação e desregulação hormonal em espécies aquáticas, o que poderia comprometer a capacidade de reprodução e o equilíbrio da biodiversidade.

 

Protetor Solar Físico

Os protetores físicos, minerais ou inorgânicos possuem em sua formulação os ativos óxido de zinco e dióxido de titânio. Esses componentes atuam como refletores de raios solares e dispersam os raios ultravioleta. Possuem baixa permeação cutânea e, por isso, menor risco de desencadear alergias ou efeitos adversos de sensibilização, se comparados aos protetores solares químicos.

Por terem ingredientes e ativos naturais, os protetores solares físicos se tornaram uma opção para peles sensíveis, e para uso diário para peles com melasma e que mancham com facilidade. Além de serem mais seguros de crianças a idosos.

Alguns protetores físicos podem deixar a pele esbranquiçada e até opaca. Para solucionar o esbranquiçado do filtro físico a indústria aderiu à tecnologia das nanopartículas. Mas o efeito foi sentido na natureza e até em nossa saúde, onde estudos apontam clareamento de corais e até risco toxicológico em humanos. Por isso, você encontrará em vários rótulos termos como “no nano” ou “livre de nanopartículas”, que é o que buscamos. Com isso, a indústria passou a fazer protetores com cor, alguns apresentando diversas tonalidades para atingir uma gama maior de peles. Ainda longe de chegar no espectro ideal para a diversidade de tons de pele das brasileiras e brasileiros, uma opção é passar a base sobre o protetor já seco no rosto, mas nunca misturar para não “dissolver” a proteção.

 

[ Qual a quantidade certa para aplicar o protetor solar? ]

Truques como “2 colheres de chá” à “técnica dos 3 dedos” servem de base para iniciar esta conversa. Porém fatores como tom de pele, textura do produto (o que fazer se o produto é em bastão?) e intensidade do sol, acabam afetando essa matemática.

Basicamente, o produto deve cobrir igualmente a área aplicada. Imagine que esteja passando uma base, com uma espessura que “cubra as manchas” uniformemente. Não adianta querer economizar no produto e passar uma fina camada ou misturar com óleos ou bases líquidas. Isso vai afetar o FPS e pode causar danos imediatos e de longo prazo.

Texturas mais finas e fluidas exigem mais produto, enquanto as opções em bastão ou mais densos acabam dando uma maior cobertura e fixação do produto na pele. Mas utilizando corretamente, todos funcionam e você escolhe o sensorial que gosta mais.

Mas lembre-se de reaplicar seu protetor a cada 2 horas ou de acordo com o tempo e intensidade que sua pele aguenta na exposição solar.

No próximo artigo abordamos em detalhes os ingredientes, legislação e perguntas frequentes respondidas pelas dermatologistas Dra Luiza Archer e Dra Patricia Silveira, que desenvolveram em parceria com a também dermatologista Dra Grace Marzano, o primeiro curso online de dermatologia natural. Gostou? Tem desconto de 15% usando o cupom DERMATONATURAL15, mas só até 31 de dezembro, ok?

 

[ Marcas de protetores solares físicos para conhecer e comprar ]

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