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Beleza da Amazônia: legislação, ingredientes e marcas ativas na floresta

A Amazônia está nos holofotes do mundo. Manter a floresta em pé é, antes de tudo, uma questão de sobrevivência, mas também pode ser muito mais do que isso. O manejo responsável de recursos amazônicos, principalmente junto às populações tradicionais, representa um campo vasto de oportunidades para o desenvolvimento de bioprodutos. A indústria cosmética, que busca ingredientes na região há anos, agora amplia o olhar para os ativos que podem ser aproveitados diante de tamanha biodiversidade.

 

Segundo dados do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA), a Amazônia concentra de 15% a 20% da biodiversidade do planeta. Por um lado, esse dado escancara a responsabilidade do Brasil – que concentra 60% da floresta – na proteção e regeneração de um ecossistema que é vital para o equilíbrio do clima na Terra. Junto a isso, o país detém o título de nação megadiversa, o que pode se refletir em amplos benefícios econômicos e sociais.

 

Para utilizar a biodiversidade da Amazônia de forma estratégica e proteger a floresta, é preciso criar produtos e serviços inovadores a partir da aplicação tecnológica de recursos biológicos. Essa é a base da bioeconomia, sistema produtivo no qual o mercado da beleza pode se enquadrar com o uso de ingredientes amazônicos.

 

 

A extensa variedade de matérias-primas para biocosméticos na Amazônia sustenta a formação de elos entre comunidades locais, centros de pesquisa e indústria. Com uma atuação conjunta, o mercado brasileiro pode agregar valor aos produtos e criar um potencial de diferenciação único, totalmente integrado às tendências de beleza limpa.

 

Reunimos no Report “Beleza da Amazônia: legislação, ingredientes e marcas ativas na floresta” um guia com o detalhamento de 4 tópicos fundamentais para quem quer trabalhar e colaborar com nossa Floresta:

  • Legislação e normas para uso de ingredientes amazônicos
  • Ingredientes amazônicos para indústria cosmética
  • Marcas ativas na Amazônia
  • Projetos de impacto: bioeconomia na Amazônia

 

As fotos do report e desse artigo são de Adriano Gambarini, fotógrafo desde 1991, diretor de documentários, autor de 19 livros, geólogo, espeleólogo, palestrante e vencedor do Prêmio Comunique-se. A experiência e o mergulho dele na Amazônia são tão lindos, que decidimos publicar aqui uma entrevista com ele também! Para se inspirar!

 

Entre em contato para solicitar o report completo: news@1320hub.com.br

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